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William e Patrício DESMENTEM Bruno de Carvalho

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Rui Patrício e William vão avançar com uma queixa-crime, por difamaão, contra Bruno de Carvalho. Os antigos jogadores do Sporting negam ter participado em almoços e jantares com elementos da claque da Juve Leo como foi dito em tribunal pelo ex-presidente leonino.

Patrício e William afirmam que Bruno de Carvalho mentiu em tribunal e explicam o porque de não fazer sentido terem participado em convívios com a claque do Sporting.

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Rui Patrício e William vão avançar com uma queixa-crime, por difamação, contra Bruno de Carvalho. Segundo apurou o Correio da Manhã junto de fontes próximas dos antigos jogadores do Sporting, em causa está o facto de Bruno de Carvalho ter dito em tribunal – no âmbito do processo à invasão de Alcochete, em que é arguido e está acusado de 98 crimes, incluindo terrorismo – que participaram em almoços e jantares com elementos da claque Juve Leo.

“O Rui Patrício e o William queriam sair. Tinham almoços e jantares regulares com a Juve Leo. Portanto, não eram santos e uma vez o Jesus quis ir jantar com a Juve Leo. Tirando a festa de Natal ou de aniversário, nunca fui jantar com claque nenhuma. A única vez que entraram na Academia foi o Jesus que deixou. Eu não deixei e disse ao Jesus que ele não mandava nada”, referiu o ex-dirigente, palavras do antigo presidente do Sporting que foram reveladas pela RTP.

Recorde-se que Bruno de Carvalho afirmou no interrogatório a que foi sujeito quando foi detido que Rui Patrício e William Carvalho almoçavam e jantavam frequentemente com elementos da Juventude Leonina e que a única vez que a claque entrou em Alcochete antes do ataque foi com permissão de Jorge Jesus. As palavras do antigo presidente do Sporting foram reveladas pela televisão pública.

Pelo contrário, garantem que nunca participaram nesses encontros. No caso do guarda-redes, agora ao serviço do Wolverhampton, isso “não faz qualquer sentido”, dizem as mesmas fontes ouvidas pelo jornal, lembrando que, além de ter sido uma das vítimas principais do ataque à Academia, Patrício foi também alvo das tochas arremessadas pela claque antes do jogo com o Benfica.

William Carvalho e Rui Patrício vão processar Bruno de Carvalho pelas declarações que fez no Tribunal do Barreiro, quando foi detido, em novembro. Segundo o Correio da Manhã, os dois jogadores acusam o ex-presidente do Sporting de difamação e de ter mentido perante o juiz de instrução.

No interrogatório, divulgado pela RTP na sexta-feira passada, Bruno de Carvalho disse que William e Patrício participaram em almoços e jantares com elementos da Juve Leo. Fontes próximas dos atletas revelam que os dois consideram que essas declarações são atentatórias ao seu “bom-nome e dignidade”.

Pelo contrário, garantem que nunca participaram nesses encontros. No caso do guarda-redes, agora ao serviço do Wolverhampton, isso “não faz qualquer sentido”, dizem as mesmas fontes ouvidas pelo jornal, lembrando que, além de ter sido uma das vítimas principais do ataque à Academia, Patrício foi também alvo das tochas arremessadas pela claque antes do jogo com o Benfica.

No primeiro interrogatório judicial, depois de ter sido detido por suspeitas de ter sido o mandante das agressões à equipa no centro de treino de Alcochete, em maio deste ano, Bruno de Carvalho garantiu também a mudança do dia do treino tinha sido decidida por Jorge Jesus e não por ele próprio.

Fontes próximas do treinador, também citadas pelo Correio da Manhã, desmentem igualmente essas declarações e apontam o dedo ao ex-presidente: “Foi Bruno de Carvalho quem alterou o treino de 16 para 15 de maio”.

Os desmentidos juntam-se a um outro já feito pelos jornalistas que estavam junto à Academia de Alcochete, no dia da invasão. Bruno de Carvalho tinha justificado o facto de o portão do centro de estágios não ter sido fechado com um suposto pedido dos jornalistas que ali estavam. Em comunicado, os repórteres negam todas as afirmações do ex-dirigente.

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