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Estádio da Luz fica sem nome. ‘Naming’ vendido a grande empresa estrangeira

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Está para breve a mudança do nome do Estádio da Luz. O Benfica tem estado a estudar a venda do nome da sua ‘casa’, algo que deverá acontecer muito em breve, de acordo com Domingos Soares de Oliveira. Na apresentação das contas de 2017/18, em que a SAD apresentou lucro de 20,6 milhões de euros, o “segundo melhor resultado da nossa história”, o administrador financeiro da SAD ‘encarnada’ falou do ‘naming’ do estádio, revelando que, das propostas estudadas, nenhuma pertence à empresas portuguesas.

“A venda do naming tem como objetivo poder investir naquilo que é a nossa actividade principal: ganhar. Não abandonámos de maneira nenhuma a ideia do naming. Temos propostas em fase de discussão. É o mesmo que digo já há alguns anos. Tenho a certeza que vamos concretizar esse naming e espero que dentro de muito pouco tempo. Nove dos 10 maiores patrocinadores são empresas internacionais. As empresas portuguesas não estão preparadas para fazer o tipo de investimento que vale estar em parceria com o Benfica. As empresas com quem estamos a discutir são empresas internacionais”, referiu o dirigente ‘encarnado’, sublinhando que a venda do nome do estádio é uma inevitabilidade.

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“Precisamos de todas as verbas e por isso é que estamos num projecto de expansão internacional importante. O que se percebe é que o talento segue o dinheiro. Precisamos de dinheiro para comprar ou reter talento”, atirou.

O dirigente ‘encarnado’ falou também da expansão da marca Benfica, explicando que é um processo lento que os retornos só serão sentidos daqui a dez anos. Uma expansão que vai permitir ao Benfica obter mais receita e ficar ainda mais competitiva.

“Já anunciámos que a China e os Estados Unidos serão os mercados estratégicos. É uma expansão que não é susceptível de gerar receitas a curto prazo. Os projectos que estamos a fazer são projectos a mais de 10 anos em que estamos a definir parcerias que são a mais de 10 anos. Em alguns casos, os prazos que temos em cima da mesa são de décadas. Não é expectável que estejamos a construir um Benfica apenas para amanhã mas sim para as próximas décadas. Os projectos vão concretizar-se e não tenho dúvidas algumas disso. Vamos obter mais receita, reinvestindo essa receita na capacidade competitiva do Benfica, no nosso plantel. A diferença aqui é que é um plano de longo prazo”, sublinhou.

FONTE: SAPO DESPORTO

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