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Os 6 jogadores do FC Porto B que podem chegar ao topo

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Numa altura em que o FC Porto está no topo da classificação e a jogar um futebol que encanta tudo e todos, a equipa portista pensa em reforçar-se no mercado de inverno para dar ainda melhores soluções a Sérgio Conceição.

Com o mercado com valores quase proibitivos para os clubes portugueses, as equipas B e os jogadores da formação são uma excelente aposta para os treinadores dos grandes clubes.

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No final do ano, o treinador da equipa B, António Folha, fez um balanço muito positivo da equipa secundária do FC Porto e diz que há 6 jovens que podem entrar na equipa principal num futuro próximo, sendo Diogo Dalot uma das presenças regulares nos treinos de Sérgio Conceição.

Diogo Costa (18 anos, guarda-redes)

É o titular indiscutível da baliza da equipa B do FC Porto e uma vez mais, Folha foi buscá-lo aos juniores, como já o tinha feito há uns anos, nos juvenis – ‘Tem muito potencial e tem mostrado isso nos jogos. O Diogo era juvenil e foi meu guarda-redes nos juniores porque já na altura ele evidenciava capacidades para isso’, explicou.

Diogo Dalot (18 anos, defesa.direito)

Diogo Queirós (19 anos, defesa-central)

Diogo Leite (18 anos, defesa-central)

Têm formado um quarteto curioso na equipa B do FC Porto, depois de terem feito a formação no clube quase sempre juntos. O potencial para chegar à equipa principal é reconhecido a todos – ‘Ainda estamos a um grande passo de lá chegar, porque o patamar para alcançar a equipa principal do FC Porto é alto e eles têm consciência disso. Sabem que têm de trabalhar muito, mas há potencial e não falo só dos Diogos, como de mais alguns jogadores que temos. Há que ter paciência e não se deixarem deslumbrar’, sublinhou.

Wenderson Galeno (20 anos, avançado, Brasil)

Fede Varela (21 anos, médio ofensivo, Argentina)

Gerir a vertente psicológica em jovens da equipa B chamados ao plantel principal tem sido uma preocupação, porque o passado já deixou marcas. Folha explicou de que forma isso tem sido tratado – ‘Quando se começa a época e se traçam objectivos, as coisas tornam-se mais fáceis. Já sabemos que estamos vinculados a um processo. Tudo está bem identificado porque, mesmo fazendo o início da época com o plantel principal, sabiam que o processo de formação iria ser feito na equipa B. Sabem o que esperar e como funcionam as coisas. Tem sido muito benéfico para eles ir aos treinos da equipa principal, para perceberem o quanto têm de trabalhar para lá chegar’.

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